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Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

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Opinião - A série História de um Clã

Julho 18, 2017

P. P.

 

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   A sociedade está repleta de psicopatas. Na sua maioria, esta patologia não foi diagnosticada ou nem é acompanhados pelas diferentes instâncias sociais e de saúde. Em a “História de um Clã” (El Clan, 2015), filme que se tornou série da Netflix dirigida por Luis Ortega, são dados contributos para a compreensão desta perturbação da personalidade e do comportamento. Como ponto de partida, a história da família Puccio que atormentou Buenos Aires na década de 80.

 

Arquímedes (Guillermo Francella) é o patriarca da família Puccio, um homem singular que varre a calçada todos os dias e cumprimenta simpaticamente os vizinhos de San Isidro, nos arredores de Buenos Aires. O filho mais velho, Alejandro (Peter Lanzani) é um popular jogador de râguebi. A família conta ainda com outro rapaz, que no decorrer da ação revela-se muito similar ao pai, apreciando toda a dinâmica associada aos raptos e mortes, e duas meninas; sempre unidos e fazendo as suas orações antes de cada refeição.

O que a sociedade de Buenos Aires de então não imaginava é que, durante anos, o sotão da residência dos Puccio estave constantemente ocupado. Arquímedes valeu-se da experiência como ex-agente da ditadura para chefiar esquema de sequestro de familiares de empresários.

O filho primogénito foi obrigado pelo pai a participar dos sequestros, entre eles o de um amigo do clube de râguebi. Alexandre vê-se em crise, contrariado e profundamente angustiado pelas pressões de um pai absolutamente manipulador e maquiavélico.

Embora fingissem uma vida normal e de desconhecimento do que estava a acontecer, a família ouvia os gritos das pessoas sequestradas e torturadas por Arquímedes e seus cúmplices. Estas pessoas acabavam mortas, mesmo após o pagamento do resgate pelos familiares”

Extraído e adaptado por P.P.  de Wikipedia, às 24h de 30/03/17

Assista a uma síntese dos atos praticados aqui. e/ou aqui

   Esta série conta com interpretações muito boas, bom argumento e reconstituição histórica. A banda sonora, no que aos temas em inglês diz respeito, nem sempre está devidamente contextualizada nos anos 80, mas é fantástica. Possibilita a reflexão e discussão acerca de temáticas atuais. Em alguns aspetos românticos ou humorísticos, remeteu-me para “Como Água para Chocolate“.

 

 

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