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Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

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Por falar de Sarampo

Março 30, 2018

P. P.

 

Sarampo DGS

 

 

   A vacinação, de acordo com o Programa Nacional de Vacinação, é a principal medida de prevenção, é gratuita e está disponível para todas as pessoas presentes em Portugal.

   O sarampo é uma das doenças infeciosas mais contagiosas podendo provocar doença grave, principalmente em pessoas não vacinadas.

 

 

 

 

Neste sentido a Direção-Geral da Saúde informa:

 

  • O vírus do sarampo é transmitido por contacto direto com as gotículas infeciosas ou por propagação no ar quando a pessoa infetada tosse ou espirra. Os doentes são considerados contagiosos desde 4 dias antes 4 dias depois do aparecimento da erupção cutânea;

 

  • Os sintomas de sarampo aparecem geralmente entre 10 a 12 dias depois da pessoa ser infetada e começam habitualmente com febre, erupção cutânea (progride da cabeça para o tronco e para as extremidades inferiores), tosse, conjuntivite e corrimento nasal.

 

   As pessoas que já tiveram sarampo estão imunizadas e não voltarão a ter a doença.

Em pessoas vacinadas a doença pode, eventualmente, surgir com um quadro clínico mais ligeiro e menos contagioso.

 

 

Recomenda-se que:

  1. verifique o seu boletim de vacinas; se necessário vacine-se e vacine os seus;
  2. se esteve em contacto com um caso suspeito de sarampo e tem dúvidas ligue para o SNS24 - 808 24 24 24
  3. se tem sintomas sugestivos de sarampo evite o contacto com outros e ligue para o SNS 24 - 808 24 24 24 .

 

Artigo elaborado de acordo com as diretrizes da DGS emanadas às Escolas

8 comentários

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    P. P. 01.04.2018

    Oh, não vi.
    Será que ainda está disponível nas gravações automáticas? Durante a noite quase não vejo TV. No dia seguinte opto por rever a gravação dos meus dois programas preferidos.
    Autismo e vacinação... Não acredito. Os meninos já nascem autistas. E como diz o meu psicólogo clínico, "todos temos um pouco de autistas". A verdade é que, à semelhança do que estudei há tantos anos atrás, em didática das ciências II, as multinacionais são aquelas que "alimentam" a investigação. Não os governos, pois esses estão sempre mais preocupados em roubar (ups, "despistar"). Ex: quando lemos aquelas notícias acerca do quanto faz bem Coca-Cola para evitar x, y, z ou até o Café, há sempre uma indústria, e com alguma razão, que impele os investigadores a optarem por determinada postura/ideologia.
    Continuo a defender que os pais devem ser responsabilizados quando negam determinados "tratamentos" e/ou "cuidados preventivos". E com multa pesada. Corta-se o mal pela raiz.
    Abraço
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    MJ 02.04.2018

    Acabei de confirmar. Ainda podes ver, mas amanhã, ou seja hoje, 2a. feira, deve ser o último dia.
    Consegues pôr a gravar? É interessante. Uma das situações que discutiram foi o número de vacinas que se dão a bebés até aos três - penso serem três - meses, numa fase em que o sistema nervoso central se está a desenvolver. Podem afectar, ou não, um desenvolvimento saudável?
    Se te interessas por esta temática não percas.
    Há um pai que diz não vacinar os filhos e justifica porquê.
    Os pais responsabilizados? Ui, não me parece fácil, se bem que concorde que se tomasse essa medida.
    Depois há outros interesses como o das industrias, muitas delas intocáveis como as farmacêuticas, etc.
    Enfim, um problema complexo, ou melhor, mais um.
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    P. P. 02.04.2018

    Obrigado!!!!
    Amanhã (hoje) verei.
    O SNC em desenvolvimento... Então nos homens, a maturação é bem mais tardia, mas em ambos os sexos vai além dos 3M
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    MJ 02.04.2018

    Ai é? Nos homens a maturação é mais tardia? Estamos sempre a aprender.
    Depois diz o que te pareceu, qual a opinião com que ficaste dos testemunhos e argumentos apresentados.
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    P. P. 02.04.2018

    Bom dia.
    Neste momento estou a assistir à 2.ª parte do programa. Tudo o que aprendi acerca das vacinas foi dito pelos elementos da mesa. Uma vacina estimula a produção de anticorpos que nos irão defender dos micróbios
    Autismo, diabetes... Sinceramente, senti-me enojado com tal perspetiva. A verdade é que, atualmente, os casos de PEA têm vindo a aumentar. Por causa da vacinação? Poupem-me... Quer o professor de microbiologia, quer a representante da ordem dos enfermeiros "deitaram por terra" os argumentos do senhor que segue estudos que me parecem idênticos à forma como se criam determinadas seitas.
    Neste momento, a diretora dos enfermeiros disse uma grande verdade: nas escolas, deviam estar enfermeiros na época da vacinação. A nós, DT são feitos chegar diferentes modelos de boletins de vacinas, sem qualquer indicação da data. Os DT são de diferentes áreas. Mesmo assim, no meu caso, tenho que fazer-me acompanhar por uma listagem das tomas, presente nos livros mais antigos. Como professor de CN não sou obrigado, nem os meus alunos a saber a idade a fazer as tomas. Disse também, com toda a razão, que há rupturas de stock e os horários de vacinação, em muitos lugares, são ridículos. Quem me dera que os elementos dos sindicatos de professores assim soubessem argumentar. Situação que comprova as palavras da enfermeira: aqui, é preciso encomendar com antecedência a vacina para a gripe. Dado fazê-la devido à sinusite-rinite-faringite, recordo um ano em que a fiz em janeiro.
    Também foi dito, e muito bem que "as crianças não são nossas". Elas têm direitos.
    Estou a escrever ao decorrer do programa pelo que espero não ter deixado "não frases". Outro aspeto interessante, por parte da médica pediatra: "a vacinação não deve ser obrigatória. Os portugueses devem reconhecer a importância". De facto, em Portugal nada pode ser obrigatório, tal como na educação das nossas crianças. Se há pais que nem o lanche fazem aos filhos, entre tantas outras coisas, irão mesmo importar-se em vacinar.
    É curioso o que se faz para conseguir protagonismo, mesmo em áreas tão sensíveis como a saúde.
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    MJ 02.04.2018

    Nada de não frases. A tua visão/opinião sobre o que foi dito está bem clara.
    Em sintese: penso que o objectivo foi alcançado. Opiniões e contraditórios foram alertas que, penso, ajudaram a ver a problemàtica das vacinas com outros "olhos".

    Abraço.
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    P. P. 03.04.2018

    Obrigado.
    Como te disse, ao acordar, procurei o programa e fui tecendo registos ao sabor do mesmo. Às 12h tinha viagem para Viseu, num daqueles dias de trovoadas e trânsito... Pelo que escrevi sem reler.
    Além de que, admito, algumas posturas enojaram-me e como sou impulsivo... logo o escrevi. Tudo começou tão bem, para eu acabar por defender sobretudo o ponto de vista da representante dos enfermeiros. É que quem trabalha em campo, tem outra perceção!
    Abraço.
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