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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

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Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

David Araújo - do desporto à televisão

Março 23, 2019

P. P.

David Araújo

    David Araújo (D.A.) é formado em Condição Física e Saúde e diretor da cadeia de ginásios PumpAddicted . Este jovem, com um físico e voz invejáveis, desempenhou ainda funções como Personal Trainer no Love on Top. Além de YouTuber, modelo de fitness e bodybuilder, participou em First Dates. Atualmente, chega a nossas casas, no início das noites de domingo, no programa Começar do Zero (Undressed) da TVI.

Vamos conhecê-lo melhor?

 

David Araújo em Começar do Zero

 

P.P.: – Como surgiu o desporto na tua vida?
D.A.: – Desde muito cedo que comecei a praticar atividade física, hábito esse que se tornou ainda mais evidente quando entrei no Colégio Militar, aos 10 anos. Com uma verdadeira preparação Militar, os treinos eram parte das nossas rotinas diárias e essenciais para a nossa performance física e mental. Esta paixão levou-me a estudar, a querer aprender cada vez mais e inclusive a iniciar a prática de Bodybuilding, inspirando assim outros jovens para um estilo de vida mais saudável.


P.P.: – O que caracteriza o David Araújo empreendedor?
D.A.: – Já tivemos oportunidade de ver algumas dessas características no programa: determinação, confiança, perseverança e um motivador nato.

 

P.P.: – Quais foram as tuas motivações para participar no First Dates? Os homens de boa aparência têm dificuldade em encontrar o amor ou este parece não ser compatível com quem trabalha muito?
D.A.: – Para mim foi mais um desafio, uma oportunidade de sair da zona de conforto... É aí que as melhores coisas acontecem! Para além do mais, desta experiência saíram grandes amizades.


P.P.: – Como classificas, numa escala de 1 a 5, as aprendizagens efetuadas em Começar do Zero?
D.A.: – 5! Ao longo do programa vão perceber o motivo…

 

P.P.: – É muito bom constatar, neste programa, a amizade e união entre três homens de décadas diferentes. Qual foi a sensação de estar e partilhar a nudez frente às câmaras? 
D.A: – Tanto eu como o Rui tivemos um passado militar, sabemos o que é ter de partilhar um quarto ou uma camarata com mais pessoas. Para além do mais, estamos os três associados a um estilo de vida saudável, treinamos diariamente, alimentamo-nos de forma correta e isso promove uma melhor condição física e consequentemente maior autoestima.

 

P.P.: – Quais são os teus projetos futuros e onde podemos encontrar-te?
D.A.: – Continuar a inspirar as pessoas para um estilo de vida saudável, através da mudança de pequenos hábitos que quando repetidos diariamente se tornam grandes e fazem toda a diferença. Podem encontrar-me nos ginásios em Montijo, dedicado aos sócios, ao lado da minha equipa… Junto da legião PumpAddicted!

 

O [In]Sensato agradece a tua participação e deseja-te as maiores felicidades

 

As redes sociais do David

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E vocês, o que mais admiram no David?

 

Começar do Zero com

Março 19, 2019

P. P.

Censura

 

começar-do-zero

 

    Começar do Zero, em alguns países da Europa designado por Undressed, estreou este domingo, na TVI.

    O exercício no qual assenta este programa parece-me válido. Talvez muitos de nós devêssemos passar por esta experiência, no intuito de valorizar aquilo que temos, compreender os outros, levarmos a cabo o desprendimento, reconhecer a necessidade do outro e implementar a reutilização de materiais.

    Somente não entendo o que leva a TVI a ocultar os genitais dos concorrentes. Ups, claro, os brandos costumes...

 

 

 

Um adeus a um dos símbolos sexuais dos anos 90

Março 04, 2019

P. P.

luke-perry-obit

 

    No início dos anos 90, a série Beverly Hills 90210 fazia parte do início das tardes de sábado, na RTP1. Na altura, identificava-me com a personagem representada pelo ator Jason Priestley. Uma vez mais, estava um pouco ao lado da maioria dos colegas de escola que suspiravam ou adoravam o galã Luke Perry. Um ator de voz sensual, algo não muito comum naqueles tempos. E bonito, verdade seja dita. 

    Nos últimos tempos, reencontrei-o em Riverdalle. Mais velho, magro, muito menos bonito, mas com aquela voz inconfundível. 

    Talvez como reforço de que a vida passa num ápice e há que saber vivê-la, vítima de um AVC, hoje, com 52 anos, Luke Perry partiu. Em português #DEP. Em inglês #RIP.

O Programa da Cristina

Janeiro 08, 2019

P. P.

O Programa da Cristina.jpg

 

    Ontem, na SIC, no período da manhã, estreou O Programa da Cristina, a nova aposta do canal. O estúdio, à semelhança de uma casa, encontra-se dividido em duas salas de estar, uma cozinha, um closet, um escritório e um quarto.

Não sendo um fã assérimo da apresentadora, finalmente encontrei aquela que me parece ser a verdadeira Cristina Ferreira (CF), pondo em prática os conhecimentos adquiridos no ensino superior e na escola da vida, detentora do blogue Daily Cristina. Trata-se de um programa essencialmente informativo, com entrevistas leves, mas profundas. Como tal, com conteúdo, capazes de nos fazer refletir e operar a mudança. Deparamo-nos com uma CF, muitas vezes semelhante a Júlia Pinheiro, sem perder a autenticidade. Considero ainda, depararmo-nos com uma apresentadora com alguns dos dons de Daniel de Oliveira mergulhando no olhar e dores dos entrevistados. 

    Como ficar indiferente à entrevista realizada à mãe de João Pedro? Alheio ao mundo do futebol, outro idêntico ao da política, gostei muito do esmiuçar do homem e treinador Luís Filipe Vieira. Não só de tragédias é feito o programa. O humor também lugar.

 

Qual é a fórmula para o sucesso de CF?

 

As experiências sociais televisivas - de Casados à Primeira Vista a First Dates

Janeiro 07, 2019

P. P.

O carro do amor

 

    As experiências sociais, devidamente adornadas, por forma a conseguir audiências, têm tomado conta do panorama televisivo português. Ainda não muito distantes das épocas e do apogeu dos reality shows, o novo formato tem vindo a impor-se. 

    Entre coachs e psicólogos, o estudo do comportamento humano tem suscitado o interesse dos portugueses, assim como algumas das suas condicionantes, no que diz respeito ao tão almejado "amor". Por um lado, a dignificação de profissões impreteríveis ao nosso equilíbrio. Por outro, o elemento presente nas nossas relações mais elementares.

   Os programas Casados à Primeira Vista e O Carro do Amor, que julguei não ver nem preferir as versões nacionais, face às de outros países, têm evidenciado a importância do envidar de esforços por parte das partes envolvidas, num relacionamento, mesmo quando a ciência aponta para o casal ideal. As cedências continuam explícitas, assim como a verdade e a fidelidade, inclusive em tempos desprovidos de valores, como os atuais. Somos seres fieis? O nosso individualismo implica relacionamentos sem futuro ou obsessivos? Ambos os programas são conduzidos pela doce e participativa Diana Chaves.

 

    Do outro lado da janela, pela TVI, o programa em que o que importa é copular e alimentar conflitos, através de corpos perfeitos revestidos de mentes vazias, - Love on Top -, emergiu o vazio First Dates, dinamizado por Fátima Lopes, naquele que não é o seu habitat e Ruben Rua, capaz de despertar o desejo de ambos os sexos ou de ferir a confiança de muitos dos pretendentes. Sem qualquer análise comportamental, um espaço no qual pouco ou nada se aprende, entre encontros pautados pela inércia.

 

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    Por parte da SIC saliente-se o magnífico casting levado a cabo. Mas, existirá fórmula para o amor?

 

Casados à Primeira Vista, uma opinião

Novembro 19, 2018

P. P.

Casados à primeira Vista

 

 

  << “Casados à Primeira Vista” não é um programa de engates em direto. “Casados à Primeira Vista” não é lixo televisivo como os que não veem o programa gostam de dizer. É, sim, um formato que nos mostra vários lados do ser humano, que nos mostra como as pessoas reagem perante situações de stresse emocional, de pressão social e familiar, que nos faz pensar em muitas coisas(...)

 

   A ideia de alguém, de um dia para o outro, casar-se com uma pessoa que não conhece de lado nenhum mexe com demasiadas coisas, com a mente, com as rotinas, com medos, frustrações, levanta dúvidas de comportamento, eleva a insegurança, e tudo isso gera comportamentos atípicos, perfeitos para criar um bom programa de televisão. É por isso que “Casados à Primeira Vista” é interessante, é sobretudo se pensarmos nisto e olharmos a isto que conseguimos entender melhor este formato e o porquê de ficarmos presos às histórias e às vidas destas pessoas que não conhecíamos de lado nenhum (e que agora nos são tão próximas). Foi também esta a razão do sucesso da primeira edição de “Big Brother”, há 18 anos. Nada, em televisão, nos capta tanta atenção como o conflito entre pessoas, nem mesmo o sexo. O ser humano é assim, nada a fazer. Está gente a discutir, para tudo a olhar, todos querem ouvir, seja num café, no meio da rua, na televisão ou no trânsito (...)>>

 

Adaptado de

Ricardo Pereira (2018), O Ricardo do Magg, em 16 de novembro de 2018

 

 

Love...On Top?

Abril 18, 2017

P. P.

Love on Top Portugal

 

 

   Não, não acompanho o programa. Porém, as escassas vezes que nele me detenho, em momentos de zapping, permitem-me algumas inferências.

   Este é o tipo de reality show que em nada dignifica as mulheres. Donas de si, é certo, mas sempre prontas a "abrir as pernas" a qualquer um -, neste programa, qual será o conceito de "Love"(?) - e a demonstrar o que há de vulgar num determinado grupo da nossa sociedade. O conceito de amor e de relacionamento são completamente deturpados para qualquer adolescente que veja o programa. 

   Entendo-o como "programa para adultos", mas sei que há pais que não controlam o que os filhos veem na TV. A linguagem é outro fator negativo: "pinar", por exemplo, parece estar a tornar-se vulgar. Como pode um professor operar uma mudança, ensinando e levando os seus alunos a utilizarem os termos "copular" ou "fazer amor"? Pinada está a educação, mas isso fica para outro post.

   A apresentadora muitas vezes não tem perfil para dominar as discussões e conflitos que se criam. É aqui que reconheço o mérito a Teresa Guilherme. Saliente-se ainda que Isabel Silva deixa escapar, com alguma frequência, as suas práticas atuais ou do passado. Iva Domingues, entre outras caras TVI,  não estaria mais capacitada para este papel? 

   Também os rapazes não são "santos", mas mais contidos do que as concorrentes. Fazem parte dos "homens que se cuidam", até em excesso pois tantos cuidados retiram tempo a uma atividade profissional ou aos estudos. Trabalharão?

Felizmente, a amostra de Love on Top não traduz a atual geração em causa, quase toda remetida ao desemprego, apesar dos graus de formação, mas cheia de sonhos. 

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